segunda-feira, 31 de agosto de 2009

"Dez decisões moldam sua vida..

.. Você estará consciente sobre cinco delas"

É óbvio que todos nós sabemos que nossas decisões nos afetam de qualquer forma. Temos plena consciência de que se eu produzir hoje 15 carros e vendê-los, amanhã estarei acordando entre uvas. Essa nossa mesma mente parece que só toma consciência de que nossas decisões afetarão apenas a nós mesmos, quando na verdade, elas afetam muito mais do que o seu metro quadrado no mundo.
Difícil nós pararmos e pensarmos nos outros, sempre estamos querendo mais, desejando mais, tentando ser, ou ter, mais o engraçado é que as vezes usamos de métodos que degradam onde nós convivemos. Então fica aquela dúvida, como eu vou conseguir realmente ter tudo que eu quero se todos ao meu redor estiverem ferrados? Com quem vou compartilhar as coisas que tanto me alegro?



Então não é só porque eu num vou viver no futuro onde a água potável vai ser problema que eu num posso, sei lá, tomar decisões que possam ajudar a quem for estar nesse tempo, como quem sabe meus netos. Nem precisamos ir tão longe assim no tempo, basta olharmos ao nosso redor, basta abrirmos nossa janela que vamos ver que tem tanta coisa por aí que pode ser ajudada. Vamos prestar atenção que nossas decisões além de nos afetar, acarretam uma série de consequências e que o que é minúsculos para nós, as vezes é grandioso pra tantos . Não estamos sós nesse mundo.

Chato é que vemos essas coisas quase sempre nas incasáveis propagandas e podemos achar bobagem e irrelevante, só que já que como o mundo inteiro pode nos parecer grande demais, talvez fosse bom começar com quem você gosta. Eu sei que vocês assim como eu adoram estar num ambiente feliz, onde não há ganância, aparências e pessoas que enxergam apenas seus umbigos. Vamos agir pequenos juntos pra conseguir um resultado grande também juntos.

domingo, 30 de agosto de 2009

A moeda.

A maior sábia do mundo é a moeda,
passou por centenas de cidades, estados, países.
Teve contato com todo tipo de gente.
Esteve em bons e maus negócios.
É mais velha que a gente sempre, independente de quem estiver com ela.
Pode mudar o mundo, destruí-lo ou construí-lo...
É moeda, o homem pensava que a máquina seria a invenção que ia se rebelar contra ele..
Controlá-lo...
Mas você já fez isso faz muito tempo.


Mundos diferentes em universos opostos.

Eu queria tanto saber de onde vem esse meu talento pra entrar em universos os quais eu não pertenço. Por que diabos eu sempre me meto onde eu não vou ser encaixado ou não me encaixam? Isso sempre acontece comigo desde moleque, parece que não tem forma pra eu saber onde é o meu lugar e acabo sendo incluído em universos totalmente diferentes de mim ou então eu mesmo vou me incluindo sem ao menos perceber, achando que mundos diferentes são história da ficção, que eu posso mudar com minhas ideias e atitudes.

Mas aí acho que um dia eu acordo, depois de perceber que não adianta falar, fazer, se eu não for o certo pra me encaixar no que for. Perceber isso não é nada fácil, porque pra um sonhador apostador perceber que só ele partilha um sonho, é como contar com um time de soldados e na hora da batalha só você estar lá em frente a uma multidão de ferozes soldados.

E daí que vem o problema, porque eu acho que só com uma espada, força, e fé eu posso derrotar um exército de soldados. De inicio eu até vou conseguindo, mas quando você vai tomando golpes de realidade, vai percebendo que ter só isso não é o necessário. Então olho ao meu redor, olho atitudes de onde eu estou envolvido e vejo que não pertenço aquilo. Isso sempre acontece, não sei se é realmente culpa minha, mas acho que é sim.

Acho que eu sou alguém que não consegue muito conviver na falsidade, no âmbito onde o que se faz é pra querer agradar alguém, pra querer alguma relação com aquela pessoa, pra querer atingi-la de um modo negativo. Por enquanto estou pensando em descansar minha espada até alguém que se importe pegue-a e recoloque-a na minha mão.


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Garfo para peixes.

Me pergunto como pode haver coisas tão bobas como etiquetas.
Eu já tenho que usar roupas, já tenho que pentear o cabelo, já tenho que ser educado, já tenho que ser conformado com a política do meu país, e não posso usar tênis numa festa de gala?


Fiquei sabendo um dia desses que tem maneiras de pegar em diferentes copos... Pensei em como as pessoas devem ser chatas pra alguém reparar o modo que ela está segurando o copo, e não no que ela está falando.

Não sei se eu sou bárbaro, ou um louco, mas acho que tem certas bobagens que devem ser instintas do costume do ser humano. Até porque eu acho que eu não seria menos feliz comendo com a mão.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Idealismo.

"É a capacidade de ver as pessoas como poderiam ser se elas não fossem com são." Goetz, Kurt.

O idealismo as vezes nos custa caro, ou melhor dizendo, quase sempre. Então é sempre difícil encontramos um com um idealismo positivo, ou melhor dizendo, quase nunca.

Considerações a parte pensemos que o que vale mesmo, é defender o que pensa, até onde puder. O mundo inteiro é meu, é nosso.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Sabe que hoje fiquei sabendo de alguém que lê meus textos e realmente gosta deles? Diz que eles a influenciam, assim num aspecto positivo. Eu, é claro, fiquei lisonjeado e bastante contente de saber tal novidade, porque eu realmente gosto de saber que quando as pessoas leem meus textos, o mesmos levam-nas à uma reflexão do assunto que eu tratei. Óbvio não sou nenhum desvendador de mistérios, nenhum filósofo importante, apenas escrevo as coisas que eu sinto, percebo, vejo, e por incrível que pareça pode até influenciar quem leia.

Engraçado de se pensar é que quando você tem um meio de se comunicar, de demonstrar seus pensamentos, isso pode influenciar as pessoas, então será se você que tem esse poder as vezes usa como o deveria? Pessoas quando são fãs de certos ídolos normalmente tomam pra si as atitudes do tal, de vez em quando isso é bom, porque nós podemos presenciar ótimos artistas que estão em luta contra as coisas ruim desse nosso mundo envenenado. Problema é quando alguns usam o mesmo veículo para disseminar coisas do tipo supérfulas, mas que eu respeito, ninguém aqui precisa passar o dia ouvindo ou lendo coisas críticas, preocupadas com o mundo, mas é preciso esse saber e também valorizar os que tentam passar algumas mensagens assim.

Nós temos que pegar leve né também, o mundo já é uma droga e se nós ainda passarmos os dias procurando fatos e fatos dessa droga, vamos acabar mal humorados, sem esboçar um sorriso, e preocupados demais. Fato é que esses dias tenho lido algumas matérias atuais, mas eu nem estou com muito clima pra ficar escrevendo sobre atualidades, acho que é porque tenho muita das vezes uma vida professora, o que me faz ter reflexões provenientes das lições que as vezes, até obrigado eu sou a aprender.

Quem ler esse blog espero que consiga captar as mensagens que eu tento passar, tente refletir sobre as coisas que eu escrevo, perceba que acima de tudo, de todas as coisas, é preciso se acreditar para que se torne verdade, se você acreditar, então será. Nunca se esqueçam disso.

A vida quase sempre nos parece difícil, mas basta ir com calma, e lembrar daquele velho poeta que cantava: "Don't worry, about a thing, coz every little thing is gonna be all right."Vamos acreditar no bom.

domingo, 23 de agosto de 2009

Ahhh mais que saudades..

Nossa que saudades de ser um moleque. Saudades daquelas tardes e manhãs chuvosas. Hoje me veio uma saudade enorme de quando eu era mais novo, de quando eu passava horas no meu quarto com a luz apagada olhando pro display do aparelho de som, com os números passando e as músicas conforme eles. Tanta falta de não ter tantas coisas pra se preocupar, de ainda ser pequeno demais pro mundo.

Engraçado mesmo era que nesses momentos eu nem queria mesmo estar lá. As vezes olhava sentado num canto, todas aquelas pessoas que quando passavam por um corredor ou algum lugar, não conseguiam ficar sem ter alguém pra falar ou ser chamado a atenção e eu pensava que devia ser legal ser alguém que as pessoas sentissem a falta, que quisessem ver, conversar. Avaliando bem, eu acho que bom mesmo era quando esses eram meus problemas, essas bobagens, do tipo não saber o que dizer ao ver alguém.

Acho que cresci vendo as pessoas próximas à mim serem coisas que eu nunca consegui ser, coisas que nem precisam ser citadas, mas que naquele momento, com tal maturidade significavam bastante pra mim, as mesmas que hoje nem percebo mais. Só que esses eram meus conflitos, nunca me encaixar muito bem ao meu meio, mas ser adaptável mesmo que não tendo muitas escolhas ao que me fosse possível de conviver, era o que eu tinha e as vezes nós quando somos diferentes, só queremos ser como os outros e isso é complicado.

Eu sempre quis fazer falta para as pessoas, porque eu nunca fui paparicado, nem muito o que recebesse atenção e carinho, então eu sempre quis isso, queria chegar em casa e saber que alguém procurou por mim, se preocupou, sei lá, é que ser filho único as vezes te faz ficar assim, solitário, só com o espelho pra dialogar. Só que mesmo não sendo muito fácil, assim como não é hoje, sinto falta de todos os momentos, das coisas ótimas, das primeiras sensações, das chuvas, de voltar com a cabeça molhada pra casa, sinto falta desses detalhes que bobos, mas que fazem a diferença.


Interassados, por favor procurem a tradução da letra.

Só que bom mesmo é se olhar no espelho e poder se orgulhar do que você se tornou. Eu me olho no espelho e sei que ainda não consegui milhares de coisas, que ainda não sou o cara que passa pelo corredor e chamam a minha atenção, ou que sentem a falta, mas pra alguns eu sou, porque aprendi que os alguns são mais importantes que todos, mesmo que sejam poucos, mas sendo reais, me valem muito. Na maioria dos momentos só tenho o espelho mesmo pra dialogar, só que com o tempo você se acostuma, não se sente falta do que nunca se teve.